Anderson Araujo

Sobre a materia

No que diz respeito a disciplina Psicologia da Educação I-A, na verdade só em ouvir a palavra educação já crio uma resistência por traumas passados, talvez por isso cometi alguns erros no que diz respeito ao compromisso com a disciplina, está que foi quase que por completo sanada no decorrer da matéria avalio-me da seguinte forma; tive uma boa aprendizagem apesar da falta de compromisso inicial e um pouco de desmotivação já no final da matéria infelizmente os problemas pessoais atrapalharam um pouco o desempenho na universidade, acredito que minha presença em sala foi constante apesar dos atrasos provocados por um pouco mais de permanência nos famosos bancos dos intitulados “tranqüilos”. Vejo a turma com bons olhos até porque faço parte dos mesmos.

O terceiro semestre de história ao meu ver é bom tem um pouco de cada coisa o que dignifica a turma, temos uma boa integração apesar de alguns “arranca rabos” sabemos respeitar nossas diferenças, mas ainda assim tem gente que não consegue prender a língua na boca, ainda assim existiu um bom nível de discussão como a própria professora dizia.

Ora sobre a educadora não tenho o que reclamar, pois a forma de aplicar a matéria foi inovadora apesar de sofrer um pouco com a mesma ainda assim acredito que deveria permanecer com está forma de avaliação. Sua metodologia foi excelente sempre de alto astral soube dosar “ah ouvir e disfarçar” e ter um bom discernimento na avaliação apesar de ainda não mim conformar com aquele seis na primeira nota.

Como já disse a instituição tem algumas coisas a desejar, mas o que mim importunou realmente foi o atendimento de um dos funcionários, mas no geral existe um excelente tratamento e sobre tudo respeito.

Inferencias sobre os Seminarios

No seminário "Violência na escola" (Jairo, Rafael Dantas e Fabricio), os expositores fizeram um bom seminário, fizeram a contextualização da violência e analisaram a sua ocorrência na escola e o seu estudo com analises profundas. Falou-se dos três tipos de violência, a institucional a sem causa, a social que perpassa pela etnia e religião e a comportamental que é o que ele defende.
As formas de violência na escola são, violência verbal, agressão física e a psicológica, deram exemplos destas o que facilitou nossa compreensão. Aferiram que a forma como os filhos são criados é de fundamental importância pois sem dialogo e os filhos criados ao leu com mães e pais trabalhando fica difícil só a escola dar conta do mesmo pois se faz necessário um trabalho conjunto entra família-aluno-escola e procurar saber a motivação desse aluno afinal ninguém é violento por nada.
Em "Politicas Afirmativas e Etinicidades" (Marcella, Tadeu, Josemá< Jeovane e Joelma), iniciado com a musica "Negro Rei" foi de essencial importância para a visão mais ampla do tema proposto.Os expositores foram fazer visitas em projetos que tratam do tema em Salvador e aqui mesmo na cidade, afirmaram que foi de essencial relevância para a apreciação do tema visitaram o Projeto Olodum, a Associação Steve Biko e o NENNUEFS. Falaram sobre as perspectivas dos estudantes negros nos vários cursos da instituição, com exemplos. Fizeram entrevistas e utilizaram slide que são bons aparatos metodológicos. E finalizaram com musicas de Clara Nunes.
Em "Açoes afirmativas: Educação e Inclusão digital" (Fabricia, Tiago e Ítalo), os mesmos utilizaram slide, para ater-se a abrangência do tema sendo que fizeram visitas à FAMFS com entrevistas e pesquisaram sobre a ACOPAMEC expondo as diferenças expondo as diferenças das duas e as limitações da instituição que eles visitaram. Com uma exposição clara trouxeram abordagem que são trabalhados nos projetos, os locais dos quais dispunham e as "afirmações" propostas pelas instituições. No que cerne o contexto a instituição feirense passa por dificuldades segundo o grupo em informações colhidas, por mera politicagem, por fim foi uma boa abordagem visto o pouco contingente.
Em a "Síndrome de Burnout" confesso que senti um pouco de receio, visto que serei um futuro educador e é justo uma das profissões que esta síndrome atinge. Ademais, a analise do grupo foi de boa pertinência usando slide descrevendo o tema e entrevista que foi exibida no "Jornal hoje", no qual aparece uma professora que foi acometida por tal síndrome.
Infelizmente não pode participar da exposição da ultima equipe.

Motivação

Ato ou efeito de motivar. Exposição. Ora um educador fundamentado em todas as teorias tem que torna-se um ótimo motivador, afinal sua profissão exige o máximo de criatividade e de perspicácia para prender a atenção dos alunos já que existe tantas outras coisas que tiram o foco do mesmo. Para tanto ele precisa ter uma variedade de diferentes atividades para mante-los encantados por sua aula.
As frases que são mais comum no que cerne a desmotivação dos alunos e a falta de "compromisso" do professor são: "É um garoto inteligente, mas inaplicado". "Não sei como fazer para que se interesse pelas coisas". "Tentei de tudo com este garoto e não consegui nada", essas expressões são consideradas cliché por mim pois acredito que é possível dar um jeito de incentivar o aluno, pois não finda as maneiras de trabalhar, mas sim as tentativas dos professores, afinal há um momento que bate um cansaço, ademais somos humanos. Neste momento o professor deve refletir sobre sua forma de trabalhar.
O professor percebendo essa desmotivação dos alunos e desestruturação escolar deve reorganizar o seu querer, suas metas e ter outras pré definidas; é claro que não existe uma formula magica quando trata-se de relação interpessoal, mas só no fato do professor saber agir e não assustar-se com os diversos casos já é um ponto positivo. A criação de novas maneiras de trabalhar com os alunos pode acrescer esta motivação, por certo que não agrada-se-a todos, mas o que se agrada poderá despertar alguma motivação no aluno mais acanhado o que com certeza auxilia na aprendizagem.
O que dizer de um aluno desmotivado que só ia as aulas para jogar pontinho e resenhar no fundo da sala, e que hoje está no meio acadêmico mesmo com todas as adversidades, por certo que eu não era tão motivado, mas um certo professor despertou a minha atenção e mim fez atentar-me para a História, com certeza a forma como ele explicitava a aula e a sua postura em sala fez diferença, ao meu ver não precisa de formas mirabolantes, mas o simples pode se tornar interessante, é claro que os aparatos tecnológicos não devem ser dispensados e a forma democrática deve permanecer acredito na plena mudança dos alunos com um simples toque de consciência.

Acerca da psicanalise: limites e indisciplina na escola

Os estudiosos Lacan e Freud estudam a mente do ser humano em todas as suas perspectivas, desde a mais tenra idade mostrando as mudanças que provavelmente ocorra nas fases. Susana Souza Pessoa e Cristiane Fiaux fazem analises em seus estudos de caso. Por mais diverssificados que sejam os tipos humanos, os professores têm que dar conta de abarcar os mesmos.
Ao meu ver existe uma impossibilidade não só pela dificuldade desta abarcação mas pela inconsistência da mesma ademais ninguém é o mesmo a vida toda e também o não prosseguimento de um trabalho que está sendo realizado em um aluno, olhando de fora parece normal, mas se um trabalho de consientização é iniciado por um professor e o outro não conclui certamente aquele aluno não está cem porcento "preparado" para enfrentar a serie seguinte. E justamente quando Silvana cita as "fraturas no aprender", para que isso não aconteça é necessário também que os professores tenham uma boa formação acadêmica o que não se vê atualmente. E a Psicologia é de fundamental importância para o futuro profissional compreender e saber trabalhar com os vários tipos. O professor pode questionar o fato de não ser formado em psicologia, mas ainda assim tem que saber algo sobre, pois por vezes ele é o primeiro a ter contato com o aluno e tem por dever perceber qualquer tipo de alteração desde a agressividade até a timidez, investigar por qual motivo isso se passa.
O aluno deve saber as normas da escola para não exceder os limites. O psicólogo é inerente a escola pois lá que está a base da formação do homem social, mas isso torna-se quase impossível se não houver uma boa criação familiar pois escola e família ao meu ver caminham lado a lado.
O binómio ensino-aprendizagem sofre com as intemperes dos alunos e professores a escola não pode torna-se um "ringue".
"Vejo o que está dando certo e vou deixando, tem que ver o que harmoniza mais. Não sei qual a receita, mas vou desenvolvendo o trabalho" é isto não existe uma formula magica, mas sim trabalho duro, como eu disse em textos passados cada turma tem seu jeito portanto o professor tem que ter sua boa diversidade no pensar.

Afetividade e as relações escolares

De inicio venho acrescentar que acredito que as mudanças nas relações escolares são causadas pelo "estresse da nação". Que atinge a cada um de maneira diferente, em algum ponto da evolução social houve uma ruptura nas relações afetivas, as quais afetaram as famílias e por conseguinte a sociedade.
Em todo caso o texto aqui analisado e as teorias de Wallon demostram esta mudança e as explicam, para tanto falarei aqui o que mim cabe desta analise pertinente. Estas que perpassam pelos filmes "Entre os muros da escola" e "Pro dia nascer feliz" que servem como exemplo para as venturas e desventuras desta juventude "transviada", mas como ser construtivista nesta era? não sei, entendo que se for bater de frente com os estudantes talvez não conseguirei nada de interessante creio que os amedrontarei, não seria a solução certa como eles crescerão em cima do temor.
A questão da afetividade passa por outras tantas questões como criação, ambiente familiar, solidão, visão de mundo, até o amor ao próximo, dia após dia as analises afetivas mudam de figura, por certo que é impossível parar esta mudança, mas com pequenas mudanças em certos abitos como os castigos, as formas de passar um conhecimento, as avaliações punitivas, pode-se a longo prazo esta impossibilidade pode ser quebrada.

ZDP: Proximidade que ensina

A analise do ensino/aprendizagem por Javier Onrubia, é clara e pertinente, mostra que o ensino é apenas um dos processos (ajuda) no caminho da aprendizagem. Segundo o autor, ela é um processo ativo, no qual o aluno constrói, modifica, enriquece e diversifica. Depois de exposto isso fica claro.

Mudando para o meu mundo, analiso um pouco diferente, o professor ensina (indica), mas também acompanha seu "pupilo", não o repreendendo, e sim dando diretrizes. Isto é também o que o autor diz da teoria de Vygotsky que é "complexa" e amarrada. Mostra os processos e critérios das Zonas de desenvolvimento proximal, interação professor/aluno ou interação entre alunos, que são baseados na aceitação mutua em que é necessário que tos estejam interligados.

A forma de estudo proposto nessa teoria é interessante e facilita o aprendizado e humanifica mais as pessoas.

Piaget e seus erros

Analisando a perspectiva do erro nas teorias piagetianas percebo que ele é de fundamental importância, mas se esta for trabalhada de maneira que diverge pode causar sérios conflitos no processo de aquisição de conhecimento do alunado. Para que não cometa erros no processo longo da aprendiz agem os professores devem decidir qual o vies a ser tomado em sala de aula, se bem que o único vies a ser tomado na minha analise são as teorias de Jean Piaget. O Primeiro erro que o teórico expõe é aquele que o estudante sabe fazer, mas usa procedimentos inadequados; por exemplo se um aluno que estuda escravidão analisando as leis de cunho abolicionistas, ele domina o assunto por completo, sabe o conteúdo de todas as leis, mas na hora de passa o que assimilou em sua exposição confunde uma data, isto para um professor critico-reflexivo não deveria nem ser considerado um erro, ao meu ver ele deveria passar por cima no momento pois sabe que o aluno domina o assunto e não terá problemas futuros com este deslize. Acredito que a intervenção do professor tenha que ser em um momento crucial para não frustrar o aluno, pode ser até em um momento informal após à aula.

O segunda teoria que Piaget construiu com seus estudos o aluno modificado em algumas de suas estruturas de assimilação do conhecimento, mas imatura em outras, depara-se com uma situação que para ela é imposivel de ser resolvida naquele determinado momento. este erro perpassa pela definição de equilibração de Jean Piaget. Ele dá provaveis soluções para este erro que é considerado por ele como "erro construtivos", pois se não for corrigido a tempo pode ocasionar mudanças cognitivas, creio que o questionamento seja uma das formas para o acerto deste erro; tomando como base o exemplo anterior, um aluno que sabe o anos das leis abolicionistas, mas não sabe nada alem disso tenta enganar o professor com teorias infundadas que não são de seu domínio por mais que ele tente o professor esta apto para identificar esta ação e contornar da melhor forma posivel, por certo que um professor que praticante das teorias de Piaget não ira puni-ló, mas o fará perceber o seu erro e o conduzirá para o acerto é claro que seu atos terão consequencias.

Para alem dos outros erros existe o terceiro erro de Piaget que ao meu ver é o principal erro ou que os professores (quem sabe futuros colegas) sofrem mais, analiso da seguinte forma um aluno que passa primeiro ano do ensino médio, para o segundo, chegando lá esta completamente fora de qualquer padrão (termo horrível, mas necessário), não consegue precisar que suas analises são diferentes das de todos da turma por vezes cometendo o "pecado" do anacronismo se faz necessário que este aluno sofra o processo de desequilibração para que posteriormente de pois de rearrumar suas ideias, seus conhecimentos adquiridos passe pelo processo de equilibração, isso tudo com o auxilio do professor que com certeza estará apto para tal é claro se for um adepto das teorias piagetianas, e outras teorias como construtivista e critico-reflexivo.